O Evangelho
O CONVITE
O Evangelho é a mensagem de Deus para a criação Dele, uma história escrita antes de o mundo começar, feita com o propósito de chegar aos seus ouvidos e ao seu coração. Então, preste bastante atenção. Isto não é só uma história para ouvir, mas uma verdade para receber. Uma mensagem feita para mudar o seu coração. São as Boas-Novas do plano de Deus para resgatar a sua alma. Venha e veja.
O COMEÇO
Desde o início da criação, Deus criou o ser humano com um propósito.
“Assim, Deus criou os seres humanos à sua própria imagem, à imagem de Deus os criou; homem e mulher os criou.” - Gênesis 1:27 (NVT)
Deus criou o homem e a mulher à sua imagem, ou seja, o nosso propósito é refletir quem Ele é. Como portadores da imagem Dele, todas as pessoas têm o mesmo valor, um valor dado por Deus, e na própria forma como fomos feitos existe um chamado para mostrar o caráter Dele. Conforme a gente avança, essas verdades vão se encaixar com ainda mais clareza.
A nossa queda foi culpa nossa, um padrão tão antigo quanto a própria humanidade. Adão e Eva escolheram confiar em si mesmos em vez de confiar em Deus. É a mesma escolha que repetimos todo dia, sempre que tentamos mandar na nossa própria vida em vez de confiar Naquele que nos criou.
Isso colocou em movimento o plano de Deus para nos resgatar, anunciado de antemão e profetizado ao longo de todo o Antigo Testamento, tudo apontando para o Messias que viria.
O MESSIAS
O Messias, ou Cristo, que significa “Ungido”, é uma figura central nas Escrituras judaicas, com centenas de profecias e acontecimentos que apontam para Ele.
Isaías, um dos grandes profetas de Israel, escreveu sobre o Messias que viria. Em Isaías 53, ele faz uma profecia poderosa que antecipa o próprio coração do Evangelho.
“Mas ele foi ferido por causa de nossa rebeldia e esmagado por causa de nossos pecados. Sofreu o castigo para que fôssemos restaurados e recebeu açoites para que fôssemos curados. Todos nós nos desviamos como ovelhas; deixamos os caminhos de Deus para seguir os nossos caminhos. E, no entanto, o SENHOR fez cair sobre ele os pecados de todos nós.” - Isaías 53:5-6 (NVT)
Essa profecia, feita 700 anos antes, se cumpriu perfeitamente na pessoa de Jesus Cristo. O Messias judeu, que cumpriu pelo menos outras 300 profecias como essa.
Com que propósito? Como Isaías disse, Ele levou o castigo pelos nossos pecados. Cada um de nós se afastou do caminho de Deus para correr atrás dos próprios desejos egoístas. Fazendo isso, não só demos as costas para Ele, como também cometemos traição contra o próprio Criador de todas as coisas. Cristo carregou os nossos pecados por vontade própria, para nos salvar da destruição e abrir o caminho da reconciliação com Deus.
O PROBLEMA
“Pois todos pecaram e não alcançam o padrão da glória de Deus, mas ele, em sua graça, nos declara justos por meio de Cristo Jesus, que nos resgatou do castigo por nossos pecados.” - Romanos 3:23-24 (NVT)
Todo mundo sabe como é quando alguém mente para a gente, nos machuca, nos insulta ou rouba algo de nós. E todos nós reconhecemos o mal de verdade quando o vemos, seja no dia a dia, seja nos grandes horrores da história, como o Holocausto. Esse senso universal de certo e errado revela algo importante: a moral não é só uma opinião pessoal. Para chamarmos algo de realmente bom ou mau, precisa existir um padrão mais alto do que a preferência humana. Isso quer dizer que existe uma Lei Moral, e um Legislador Moral que a define.
Quando quebramos esse padrão moral, é isso que a Bíblia chama de pecado. Pecado é qualquer coisa em pensamento, palavra ou ação que não está à altura do caráter perfeito de Deus, e ele nos separa Dele. A própria palavra significa “errar o alvo”, e o caráter de Deus é esse alvo que cada um de nós errou.
Assim como a escuridão é a ausência de luz e o frio é a ausência de calor, o mal é a ausência do bem. O pecado é a ausência de amor. Sempre que nos afastamos de Deus, que é o padrão do bem, inevitavelmente nos voltamos para a corrupção, porque estamos nos desligando da única fonte de bondade.
O JUIZ JUSTO
Muita gente acha que é “boa” no fundo, que as suas boas ações pesam mais do que as más. Mas, se formos sinceros, cada um de nós pode admitir que já mentiu, machucou alguém, falou com grosseria, agiu com egoísmo ou guardou ódio ou luxúria no coração. Cada uma dessas coisas quebra a lei moral de Deus. Até pelos nossos próprios padrões, ficamos devendo; e pelo padrão perfeito de Deus, somos culpados.
Se você estivesse diante de um juiz justo depois de cometer um crime, ele teria que punir você pelo seu crime. Você não conseguiria convencer um juiz justo a te liberar só porque também fez coisas boas. Nenhum assassino escaparia de um juiz justo só apontando para as suas boas ações. E Jesus ensinou que até o ódio é julgado pelo Juiz Moral como assassinato no coração. Afinal, Ele não vê só o que você faz, mas as próprias intenções do seu coração.
É assim com Deus. Ele é um Juiz justo, e nenhuma quantidade de boas ações pode apagar a sua culpa. A sentença por rejeitar Deus e a misericórdia Dele é ficar separado Dele; e, como Deus é a fonte de toda bondade, amor, alegria e vida, essa separação é o inferno.
De todas as religiões do mundo, só uma trouxe a solução para esse dilema. Cristo tomou sobre Si o nosso castigo.
É como se você levasse uma multa por excesso de velocidade e alguém viesse e pagasse a multa por você: você não é mais responsável por ela. Cristo veio e pagou a nossa multa. Ele quitou a nossa dívida.
“Vocês estavam mortos por causa de seus pecados e da incircuncisão de sua natureza humana. Então Deus lhes deu vida com Cristo, pois perdoou todos os nossos pecados. Ele cancelou o registro de acusações contra nós, removendo-o e pregando-o na cruz.” - Colossenses 2:13-14 (NVT)
A SOLUÇÃO
Por que Deus não podia simplesmente fazer vista grossa para o nosso pecado? Porque, se Ele é realmente justo, precisa responsabilizar cada um de nós pelo mal que cometemos. Assim como num tribunal, a justiça exige reparação. Como diz Romanos 6:23, “o salário do pecado é a morte”. Isso quer dizer que a morte é o preço do pecado, não só a morte física, mas a morte espiritual, que é a separação de Deus. A única forma possível de pagar essa pena era uma vida sem pecado pagar a pena pela nossa vida de pecado.
“Pois Deus fez de Cristo, aquele que nunca pecou, a oferta por nosso pecado, para que por meio dele fôssemos declarados justos diante de Deus.” - 2 Coríntios 5:21 (NVT)
Para pagar a pena que merecíamos, o sacrifício tinha que ter um valor inestimável. Jesus, sem pecado e perfeito, morreu no nosso lugar. Mas nenhum simples ser humano conseguiria carregar todo o peso do pecado da humanidade. Só o próprio Deus poderia oferecer um sacrifício grande o bastante para pagar por todo pecado, de todas as pessoas, de todos os tempos. E assim Deus, em Cristo, pagou essa pena Ele mesmo.
“Embora sendo Deus, não considerou que ser igual a Deus fosse algo a que devesse se apegar. Em vez disso, esvaziou a si mesmo; assumiu a posição de escravo e nasceu como ser humano. Quando veio em forma humana, humilhou-se e foi obediente até a morte, e morte de cruz.” - Filipenses 2:6-8 (NVT)
O SALVADOR
O próprio Deus entrou na própria criação, na experiência humana, para pagar a nossa dívida, que nos mantinha separados Dele.
Imagine um autor que escreve a si mesmo dentro de uma história, ou um criador de games que entra no próprio jogo por meio de um avatar. Mesmo estando longe de serem comparações perfeitas, elas podem ajudar você a entender Deus entrando num plano inferior enquanto continua reinando no Céu.
O nosso Deus se humilhou ao se tornar homem; Ele não exigiu ser servido, mas veio para servir, pagando a nossa dívida. O Criador entrou na própria criação para nos salvar, e mesmo assim zombamos Dele, cuspimos Nele, batemos Nele, o açoitamos e o assassinamos. E Ele permitiu. Ele suportou, por vontade própria, a morte mais dolorosa e humilhante que se pode imaginar, por você. Para reconciliar… VOCÊ.
“Logo, todo aquele que está em Cristo se tornou nova criação. A velha vida acabou, e uma nova vida teve início! E tudo isso vem de Deus, aquele que nos trouxe de volta para si por meio de Cristo e nos encarregou de reconciliar outros com ele. Pois, em Cristo, Deus estava reconciliando consigo o mundo, não levando mais em conta os pecados das pessoas. E ele nos deu esta mensagem maravilhosa de reconciliação.” - 2 Coríntios 5:17-19 (NVT)
É por meio dessa reconciliação que nos tornamos uma nova criação, diferentes do que éramos antes. O sacrifício Dele na cruz nos purificou do nosso pecado. Sabendo que ninguém conseguiria ser salvo, o nosso Deus se submeteu ao sofrimento para ser exatamente o Salvador de que precisávamos.
A ESPERANÇA
Mas a história não terminou aí. Para provar que era quem dizia ser, Jesus ressuscitou dos mortos no terceiro dia, exatamente como tinha prometido. A ressurreição mostrou o poder Dele sobre o pecado e a morte e se tornou a base da nossa esperança de que nós também seremos ressuscitados para uma vida nova. Ele foi entregue à morte por causa dos nossos pecados e ressuscitado para nos tornar justos diante de Deus. O túmulo vazio é a prova de que a obra Dele está completa, de que as promessas Dele são verdadeiras e de que a nossa fé não é em vão.
“que foi também para nosso benefício, pois elas [as Escrituras] garantem que também seremos considerados justos por crermos naquele que ressuscitou dos mortos a Jesus, nosso Senhor. Ele foi entregue à morte por causa de nossos pecados e foi ressuscitado para que fôssemos declarados justos diante de Deus.” - Romanos 4:24-25 (NVT)
Cristo fez isso não porque merecíamos, pois nada do que fizermos jamais poderia pagar por isso. Ele oferece perdão e justiça como um presente da graça que não merecemos, recebido pela fé.
O PRESENTE
O que é essa crença, ou fé, em Cristo? É confiança. É confiar que Cristo pagou pelos seus pecados na cruz e ressuscitou no terceiro dia, vencendo a morte. Não é confiar no que as suas próprias mãos fazem nem no quanto você merece, mas simplesmente confiar na promessa e na obra de Cristo. A fé verdadeira admite com humildade o que o orgulho nunca vai admitir: não conseguimos salvar a nós mesmos. Só Deus consegue.
“Vocês são salvos pela graça, por meio da fé. Isso não vem de vocês; é uma dádiva de Deus. Não é uma recompensa pela prática de boas obras, para que ninguém venha a se orgulhar. Pois somos obra-prima de Deus, criados em Cristo Jesus a fim de realizar as boas obras que ele de antemão planejou para nós.” - Efésios 2:8-10 (NVT)
Quando você paga por um presente, ele deixa de ser presente e vira uma compra. Então, como comprar algo que você não tem como pagar? Não tem como. É isso que faz disso graça: Cristo tomou sobre Si a dívida que você tinha e pagou a pena que você merecia. É nisso que você coloca a sua fé.
A fé em Cristo é como a “queda de confiança”, aquela dinâmica em que você se deixa cair de costas. Você se deixa cair porque confia que a pessoa atrás de você vai te segurar; você está confiando na vontade e na ação de outra pessoa. Quem não confia tenta se segurar sozinho. Da mesma forma, a fé verdadeira descansa na obra de Cristo, não nos nossos próprios esforços.
Então, onde as boas obras entram na salvação? Embora as nossas obras não tenham parte nenhuma em nos salvar, porque a salvação vem de confiar somente em Cristo, a fé verdadeira vai produzir boas obras.
A FÉ
É importante deixar bem claro o que é fé. Fé não é só concordar mentalmente que algo é verdade; a fé genuína tem como consequência a fidelidade. A fidelidade é o que flui naturalmente da fé, assim como a luz sai da fonte de luz.
Se você dissesse que acredita que um copo de água está envenenado, mas bebesse mesmo assim, ou você queria morrer ou não acreditava de verdade no que dizia. A fé genuína colocada em Cristo produz mudança. Não como uma exigência forçada para pagar pela sua salvação, mas como o resultado natural de uma fé verdadeira. Assim como o fruto cresce naturalmente numa árvore boa, as boas obras também surgem naturalmente de uma fé viva.
“Pois a graça de Deus foi revelada e a todos traz salvação. Somos instruídos a abandonar o estilo de vida ímpio e os prazeres pecaminosos. Neste mundo perverso, devemos viver com sabedoria, justiça e devoção, enquanto aguardamos esperançosamente o dia em que será revelada a glória de nosso grande Deus e Salvador, Jesus Cristo. Ele entregou sua vida para nos libertar de todo pecado, para nos purificar e fazer de nós seu povo, inteiramente dedicado às boas obras.” - Tito 2:11-14 (NVT)
As boas obras não podem comprar o que Deus dá de graça; elas são o resultado da mudança que Deus faz em você por meio da fé. Tito nos diz que é Cristo quem nos purifica, não nós mesmos. Essa obra de transformação se chama santificação: o Espírito de Deus nos moldando para refletirmos o amor Dele. O Espírito Santo amolece o nosso coração, nos purifica do pecado e produz em nós o caráter de Cristo. Então, até as nossas boas obras são, no fim das contas, obra Dele feita por meio de nós, e não uma conquista nossa.
Pense assim: se alguém te puxasse da beira da morte ao custo da própria vida, você voltaria para aquilo que quase te destruiu? Não. A sua gratidão faria você se afastar disso. Qualquer pessoa que entende de verdade o preço de um presente assim seria transformada, levada a amar quem a salvou.
“Mas Deus nos prova seu grande amor ao enviar Cristo para morrer por nós quando ainda éramos pecadores.” - Romanos 5:8 (NVT)
O PROPÓSITO
Isso nos leva a um dos últimos pontos importantes para entender. Por que o Deus de todo o universo se importaria em me salvar? Amor.
“É nisto que consiste o amor: não em que tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como sacrifício para o perdão de nossos pecados.” - 1 João 4:10 (NVT)
Mesmo quando estávamos em plena rebeldia contra Deus, Ele nos amou. Embora odiasse o pecado que saía do nosso coração orgulhoso e rebelde, o seu amor fez com que Ele suportasse a humilhação e a morte pelas mãos da própria criação. Nesse único ato, Deus satisfez ao mesmo tempo a sua justiça perfeita e o seu amor perfeito. Só havia um jeito de fazer isso, e o motivo de Ele ter feito isso foi o amor. Um amor humilde, misericordioso, sacrificial e totalmente altruísta.
“Este é meu mandamento: Amem uns aos outros como eu amo vocês. Não existe amor maior do que dar a vida por seus amigos.” - João 15:12-13 (NVT)
O amor não é só uma emoção, mas a disposição de se sacrificar pelo outro. A base dele é um coração altruísta, e ele é o oposto total de um coração egoísta. Cristo deixa claro que a forma máxima de altruísmo é a maior forma de amor. O amor se expressa na atitude altruísta de colocar as necessidades do outro antes das suas. O próprio mandamento que Ele deixou aos seus discípulos foi viver como Ele viveu, amando como Ele amou.
O CHAMADO
“Sabemos quanto Deus nos ama e confiamos em seu amor. Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele.” - 1 João 4:16 (NVT)
Agora a gente fecha o círculo. Deus criou o ser humano à sua imagem e, como a própria natureza Dele é amor, fomos criados para ser um reflexo do amor Dele. É por isso que cada um de nós deseja amar e ser amado. Fomos criados pelo amor, para o amor.
O amor bíblico vai além da emoção ou da aceitação; ele age sem egoísmo pelo verdadeiro bem do outro. O amor de verdade não nos deixa onde estamos, mas nos ajuda a nos tornar quem fomos criados para ser. O amor de Deus faz exatamente isso: Ele nos chama para fora da escuridão e nos molda, por meio do arrependimento, à semelhança do Filho Dele.
Nas Escrituras, a palavra arrepender-se significa dar meia-volta, como fazer uma mudança completa de direção, de 180 graus. Estávamos indo para longe de Deus, mas o amor Dele nos chama a voltar para Ele e para o nosso propósito original: amar. O amor é o que transborda naturalmente da fé genuína, o fruto que a fé verdadeira sempre dá.
“Pois, em Cristo Jesus… O que importa é a fé que se expressa pelo amor.” - Gálatas 5:6 (NVT)
O Evangelho é mais do que aceitar os fatos de que Cristo viveu, morreu e ressuscitou. É uma mensagem feita para moldar o coração, não só para informar a mente. Por meio do seu sacrifício, Cristo não só nos salvou, mas também nos ensinou como viver. Amar os outros como Ele nos amou.
É por isso que, quando é entendido de verdade, João 3:16 mostra o resumo perfeito do coração do Evangelho: o amor.
“Porque Deus amou tanto o mundo que deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.” - João 3:16 (NVT)
Se você entendeu essa mensagem e quer confiar em Cristo, fale com Ele agora. Deixe que isso venha de um coração que se aproxima Dele com humildade. Algo assim é um bom começo: “Jesus, eu creio que o Senhor morreu pelos meus pecados e ressuscitou. Me perdoe, me faça uma nova pessoa e me ensine a seguir o Senhor.”
O REBELDE E O REI
Histórias são uma ótima forma de ajudar alguém a entender um assunto complexo. Cristo usava histórias para ensinar e, embora a vida Dele, como lemos na Bíblia, seja o Evangelho, vamos ilustrar o Evangelho com uma história.
Era uma vez um rei justo e amoroso, adorado por todo o seu reino. Ele cuidava dos pobres, protegia os fracos e tinha misericórdia de todos.
Mas, entre eles, vivia um homem conhecido como o Rebelde, que extorquia o povo da cidade, queimando as casas e as lojas de quem se recusasse a obedecê-lo. Quando a notícia chegou ao rei, ele decretou a sentença de morte para o Rebelde. Por fim, o Rebelde foi capturado e, para a dor do rei, era o próprio filho dele. Mesmo assim, por ser justo, o rei declarou que a sentença tinha que ser cumprida.
Quando o carrasco levantou a lâmina, o rei de repente gritou: “Pare!” Ele tirou o seu manto real, enrolou o filho nele, depois se colocou por cima dele e disse: “Continue.” Os carrascos obedeceram ao seu rei. Enquanto morria, ele sussurrou para o filho: “Ame os outros… como eu amei você.”
O príncipe se levantou, perdoado pelo sacrifício do pai, e com o tempo se tornou um rei justo e compassivo como ele. Ele tinha misericórdia do povo que lhe foi confiado e, toda vez que olhava para o manto que tinha recebido, se lembrava da graça que o salvou.
Nós somos o Rebelde, cada um vivendo para si mesmo. Mas o nosso Pai levou o castigo que merecíamos, simplesmente porque nos ama. Ele ama VOCÊ. E o sacrifício Dele não só salva, mas também nos mostra como viver, deixando o amor Dele brilhar através de nós.
Agora é a hora de colocar a sua fé em Cristo. Você nunca sabe se vai haver um amanhã. Hoje é o dia da Salvação!
E AGORA?
Se você entregou sinceramente a sua vida a Cristo, pode ter certeza de que está salvo. Mesmo que você enfrente lutas e às vezes tropece, Ele nunca vai te deixar. A melhor forma de fortalecer a sua fé é começar a segui-lo.
Vá até a nossa página Próximos Passos para aprender como começar a caminhar com Jesus:
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